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Dicas para escolher a pasta de dentes

No mercado, na farmácia, e até nas lojas de conveniências: as pastas de dentes estão em praticamente todos os lugares. De vários sabores e tamanhos é fácil se confundir na hora da compra, mas se engana quem acha que sua função é só dar um cheirinho gostoso para o hálito. Os cremes, além de protegerem os dentes e a saúde da boca em geral, contém substâncias que inibem a ação de enzimas produzidas pelas bactérias.

Dentre tantas opções, nós viemos dar algumas dicas de como escolher a pasta de dentes ideal para você!

  • A higiene bucal deve ser feita 5 vezes ao dia

Que o cuidado com os dentes é de extrema importância onão é novidade. Agora, o ideal é que esse cuidado seja realizado 5 vezes ao dia. A escovação, principalmente após as refeições e antes de dormir, impede a proliferação de bactérias e protege a arcada dentária.

  • Crianças precisam de uma pasta de dentes específica

As crianças precisam de uma quantia de flúor diferente dos adultos. É necessário ficar esperto na hora da escolha da paste de dentes: o ideal é que a quantidade do flúor esteja entre 1100 e 1450ppm (partes por milhão).

  • Não é necessário molhar a escova demais

O excesso de água pode atrapalhar a criação do atrito necessário entre a escova e o dente, o que impede a boa higienização. O ideal é a escolha inteligente da escova de dentes, do creme dental e o uso do fio dental para finalizar a limpeza.

  • É fundamental que a pasta tenha flúor

O fluoreto ajuda na prevenção das cáries. Além disso, ele ajuda na produção de cálcio e potássio que contribuem para preservar o esmalte dentário.

  • Uso excessivo de pasta clareadora pode prejudicar os dentes

Esse tipo de produto possui substâncias abrasivas, que podem corroer o esmalte dos dentes. Em consequência, o aumento de manchas e da sensibilidade pode acontecer.

AINDA NA DÚVIDA?

De qualquer forma, ainda existem muitas opções de pastas de dentes no mercado. Na dúvida, o melhor a se fazer é consultar um dentista para você possa descobrir qual o melhor creme dental para você. Agende já sua consulta!

Como evitar a afta? Confira algumas dicas importantes

A afta é um tipo de ferida que surge nas partes internas da boca e, geralmente, causa inchaço e dor. Elas podem surgir bem pequenininhas, mas independente do tamanho, causam certo incômodo na boca. Muitas pessoas sobrem com este problema frequentemente, outras apenas de forma esporádica. O importante é estar sempre atento a sua saúde bucal, evitando que pequenos problemas apareçam ou se tornem mais sérios.
Confira neste texto como se prevenir e cuidar das aftas, mas lembre-se sempre de consultar o seu dentista.

 

O que é a afta?

Muito comum nas áreas em volta da língua e na parte interna da bochecha, elas são pequenas “úlceras”, ovais, com uma cobertura úmida, branca ou amarelada, e que podem medir cerca de um centímetro de diâmetro.

A afta pode se formar sozinha, o que é o mais comum, mas também existe a possibilidade de várias lesões ocorrerem ao mesmo tempo. Além disso, elas podem surgir nos lábios, no céu da boca e na garganta.

As aftas normalmente duram entre 7 e 10 dias, entretanto, se a lesão demorar a cicatrizar ou várias aftas se formarem repetidamente, é preciso procurar atendimento médico para descobrir o motivo.

É importante ressaltar ainda que as aftas costumam ser confundidas com as herpes labiais, no entanto a herpes surge através de um vírus, já as aftas dependem de outros fatores e não são contagiosas.

 

O que causa a afta?

Não se sabe ao certo quais são as causas desse tipo de lesão, mas existem alguns elementos que podem explicar o surgimento da afta em um indivíduo:

-morder a língua;

-má higiene bucal;

-stress e ansiedade;

-doenças autoimune;

-lesões por uso de aparelho ortodôntico;

-ingestão de alimentos ácidos e cítricos.

 

Tipos de afta

Existem três tipos de afta: a Estomatite aftosa menor, a Estomatite Aftosa Maior e a Estomatite Aftosa Herpetiforme. Elas variam apenas em tamanho e o tempo em que levam para cicatrizarem.

Também existem outras variações do problema:

— aftas traumáticas, que ocorrem quando um aparelho ou prótese nos dentes acaba por ferir alguma região da parte interna da boca;

— aftas alérgicas: que são lesões derivadas de reações alérgicas da pessoa a um tipo de alimento ou remédio.

 

Tratamento e prevenção

Em situações normais, a afta pequena não exige tratamento e desaparece sozinha no prazo de até 10 dias. No geral, não é necessário nenhum tipo de tratamento específico.

Se o paciente sentir muita dor, o dentista pode receitar pomadas ou realizar procedimentos para aliviar o incômodo no local. Podem ser indicados também: bochechos para aliviar uma eventual dificuldade de deglutição, ou até mesmo remédios anti- inflamatórios. Porém, isso pode variar, cada caso precisa ser analisado pelo profissional especializado, afinal cada paciente possui suas particularidades..

Evitar os alimentos ácidos, enquanto está sofrendo com a afta, é uma dica importante, além do uso de cubos de gelo, que também podem amenizar a dor nas áreas afetadas.

 

Como sempre, o melhor remédio para um problema é se prevenir. Uma boa higiene bucal, com a realização de todas as etapas de limpeza, ao menos 3 vezes ao dia, é fundamental para deixar sua boca livre de bactérias e consequentemente, evitando quaisquer tipos de aftas, inflamações e problemas mais graves.

Uma rotina balanceada de alimentos ricos em vitaminas e com menos açúcares também é um grande diferencial na busca por uma boca mais saudável.

Portanto, para reforçar, busque sempre:

  • ter uma rotina de higiene bucal correta
  • evite consumir muito açúcar ou alimentos ácidos
  • visite seu dentista de forma regular

 

Essas ações vão te ajudar tanto para a prevenção da afta, quanto para a melhoria da sua saúde como um todo.

 

Algumas orientações:

Se caso você perceber um tamanho atípico para sua afta, normalmente em uma grande região da boca; episódios frequentes de muitas aftas; ou que elas estejam impedindo que seu processo de deglutição ocorra normalmente – procure um profissional dentista o mais rápido possível.
As aftas são problemas de fácil tratamento, mas se algo parecer fora do normal, a recomendação é não adiar a avaliação do seu dentista.

 

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HALITOSE: Tem como acabar com ela?

O tão temido mau hálito pode ser um sintoma de vários problemas diferentes

O QUE É?

Halitose nada mais é do que o tão temido mau hálito. Essa manifestação é um sinal de que alguma disfunção orgânica ou fisiológica que requer tratamento está acontecendo no corpo do paciente. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), calcula-se que aproximadamente 40% da população sofre ou sofrerá com essa condição em algum momento da vida.

CAUSAS?

As causas da halitose são inúmeras e seus motivos são os mais variados possíveis. De uma forma mais leve, a causa pode ser simplesmente a falta de uma higienização bucal correta. O uso do fio dental, a escolha da escova certa e uma boa pasta de dentes pode fazer toda a situação.

Em casos mais sérios, o motivo dessa condição pode se dever a gengivite ou doenças como diabetes, no fígado ou rins.

QUAIS SÃO OS TIPOS?

A halitose fisiológica: tem a ver com o fluxo da saliva durante o sono. Durante esse período, enquanto dormimos, ocorre a putrefação das células epiteliais, o que causa um odor desagradável em nossa boca. Esse odor desaparece após a higienização matinal, quando o fluxo salivar volta ao normal.

A halitose medicamental: Algumas drogas podem alterar o odor da boca, causando o mau hálito. Medicamentos como tranquilizantes, diuréticos e anti-histamínicos são os que mais podem causar essa mudança no comportamento bucal.

A halitose imaginária: ocorre em alguns pacientes que apenas acreditam que possuem mau hálito, mas outras pessoas não conseguem identificar o cheiro.

A halitose temporária: é causada por ingestão de certos alimentos, como alho, jejum prolongado e bebidas alcoólicas.

TRATAMENTO?

O tratamento da halitose depende de seu diagnóstico, que pode ser variado. Para prevenir o mau hálito, de princípio, é ideal uma boa escovação e certos procedimentos odontológicos. Ir ao dentista regularmente e beber bastante água também pode ser de grande ajuda para o tratamento dessa condição.

NÃO PASSE NENHUM CONSTRANGIMENTO!

Com o tratamento ideal, é fácil se livrar da halitose. Ligue já e agende sua consulta!

A saúde da língua

O corpo humano sempre oferece indícios quando algo está fora do normal, e mesmo pequenos sinais podem significar a presença de algum problema. Você sabia que a língua também pode ajudar a detectar doenças?

A saúde da língua, como sua cor e seu aspecto, dizem muito sobre o organismo de um indivíduo. Continue lendo esse texto e descubra como identificar alterações na língua.

 

O papel da língua em nossas vidas

A língua é considerada um músculo do corpo humano e esse tecido da boca possui funções essenciais para o nosso dia a dia. O órgão tem papel nas articulações da fala, ajuda na quebra e na digestão da comida, além de ser o responsável pelo nosso paladar.

A língua também ajuda na conservação de um bom hálito, mas isso tudo depende se ela será capaz de realizar suas obrigações de modo correto. Para isso é necessário que o tecido esteja saudável, com aspecto limpo e uma coloração rosada.

 

Problemas que a língua ajuda a identificar

A presença de bactérias na região da língua faz com que ela fique com uma aparência esbranquiçada, resultado de restos de comidas que ao se acumular nessa parte da boca permitem a formação da conhecida saburra lingual. A saburra geralmente é relacionada ao mau hálito e é ocasionada por dietas erradas ou pela falta de higiene bucal regular.

A língua é um reflexo da saúde do organismo. Além da saburra lingual, patologias mais graves podem ser observadas a partir da aparência do músculo, como anemias, diabetes ou gastrite.

Em um quadro de anemia, por exemplo, a pessoa pode sentir que está “perdendo” as papilas gustativas, bem como sentir queimação ou ardência durante as refeições. Já em casos de diabetes, o paciente pode sentir formigamento na língua ou a boca seca.

Outro problema grave que pode ser sentido no órgão é o câncer de boca, que no início surge em lesões menores nos cantos da boca. No caso do câncer de boca, o diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento menos invasivo e com boas chances de recuperação.

 

As cores da língua x Sua saúde

Como vimos acima, o aspecto saudável da língua é sua cor rosada, com superfície lisa e limpa. Prestar atenção na língua é essencial para identificar problemas em suas fases iniciais. Para isso, conheça o que algumas cores indicam sobre a saúde desse músculo tão importante:

 

Língua esbranquiçada

Se a sua língua está clarinha demais, isso pode ser um sinal de carência de ferro. Essa aparência pálida também pode significar problemas digestivos, como a gastrite.

 

Língua muito avermelhada

Geralmente a cor vermelha indica ausência de vitaminas E, B2 e B3. Quando o músculo está avermelhado e inchado, também pode ser devido a um quadro febril ou de infecções, como faringite, amigdalite, entre outras doenças infecciosas.

 

Língua com manchas brancas

Placas ou manchas brancas na língua podem ser apenas um acúmulo excessivo de saburra (ou infecções causadas por fungos). Uma boa higiene bucal, com escovação completa da boca e da língua, previnem esse tipo de situação!

 

Língua com bolhas

A presença contínua de bolhas ou lesões vermelhas no tecido da língua podem ser indícios de graves problemas, como infecções virais (herpes), infecções bacterianas ou até mesmo câncer de língua. Ao observar esse tipo de bolha ou mancha, que não se cura depois de 1 semana, procure um especialista o mais rápido possível!

 

Como cuidar da saúde da língua

Manter uma rotina de cuidados com a língua é mais fácil do que parece. A saúde da língua é facilmente garantida se a higiene bucal completa for realizada regularmente. Durante a limpeza da boca é preciso dedicar um tempinho à língua!

O indicado é realizar a limpeza da língua em todas as vezes que for higienizar os dentes, ou, no mínimo, escove a língua ao acordar e antes de dormir. A limpeza precisa ser feita corretamente por toda a extensão do dorso lingual.

Para ajudar nessa tarefa, o paciente também pode escolher utilizar um limpador de língua, objeto de plástico macio que age na retirada das camadas de muco presas à língua. E não se esqueça de finalizar a higiene com o uso de um enxaguante bucal: esse produto atua na hidratação da boca, além de acabar com as bactérias que restarem e ajudar a manter o hálito refrescante.

 

Atendimento de qualidade

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O que é Hiperdontia?

Você sabia que é possível uma pessoa manifestar um número de dentes maior do que o normal? Geralmente o ser humano possui a mesma quantidade de dentes na boca, sem contar os sisos. A condição conhecida como hiperdontia ocorre quando um indivíduo apresenta mais dentes do que o natural.

Entenda mais sobre esse quadro, como ele afeta a cavidade oral e quais são os tratamentos para esse problema. Continue a leitura!

 

O que é e o que causa a hiperdontia?

Em um cenário ideal, uma criança possui até 20 dentes, sendo que a boca de um adulto normalmente contará com o número de 32 dentes. A hiperdontia é a formação em excesso de dentes na boca – apesar de rara a condição pode afetar qualquer pessoa em diferentes idades.

 

Essa formação extra de dentes pode ser categorizada como:

  • Supranumerários, com aspecto anatômico anormal OU
  • Suplementares, com a forma anatômica inalterada.

 

Qualquer numeração de elementos dentários extras na boca já classifica um quadro de hiperdontia, ocasionando em anomalias na cavidade oral, como por exemplo, dentes tortos e encavalados.

A situação mais comum é encontrar somente 1 ou 2 dentes extra na boca, contudo já foram identificados casos em que cerca de 30 dentes a mais se desenvolveram em uma pessoa – cenário extremamente incômodo para qualquer um.

Mesmo sendo uma condição bastante atípica, esse transtorno acomete mais a população masculina, e principalmente quem já sofre com outras síndromes como a síndrome de Gardner, displasia cleidocranial, lábio leporino, fenda palatina, entre outras.

Ainda não se sabe ao certo o que causa a hiperdontia, porém existem grandes chances dessa disfunção se desenvolver por alguma alteração genética, ou ser herdada, passando dos pais para os filhos.

A hiperdontia pode surgir já na infância, ao nascer dos primeiros dentes, no decorrer da adolescência juntamente com o nascimento da dentição permanente, ou já na fase adulta. Na maior parte dos casos, o problema surge na dentição permanente.

 

Consequências da hiperdontia

Indo além de apenas questões estéticas por aparentar ter mais dentes na boca, o número elevado de dentes acarreta em dores e desconforto para o paciente. Inclusive, a hiperdontia abre caminho para uma série de complicações envolvendo a arcada dentária e a saúde bucal da pessoa afetada por esse problema.

O nascimento de dentes extras altera a anatomia normal da cavidade oral, e isso aumenta as possibilidades de surgirem cistos ou tumores nos dentes. Um cisto nessa região costuma evoluir em torno do dente que nasceu de forma incorreta, acumulando líquidos e secreções, que ainda permitem a proliferação de bactérias no local. Caso o problema não seja tratado, esse cisto se amplia, resultando até mesmo na perda dos dentes.

Mas também encontram-se casos em que os dentes extras não são identificáveis a olho nu, são dentes que não “nascem”. Esses elementos dentários “invisíveis” atrapalham o desenvolvimento de outros dentes da arcada dentária.

Outra consequência que a hiperdontia pode trazer é o apinhamento dentário (também conhecido como dentes encavalados), que é uma das consequências mais comuns para os pacientes que sofrem com a condição dos dentes em excesso.

 

Apinhamento dentário: o que é?

Em uma boca adulta, a cavidade oral é feita para suportar apenas 32 dentes. O surgimento de dentes extras altera os espaços disponíveis na arcada dentária, ocasionando assim o apinhamento dentário.

Essa falta de espaço faz com que os dentes despontem sobrepostos ou tortos, nascendo uns sobre os outros. Além do incômodo estético que o apinhamento traz, diversos danos para a saúde bucal podem vir desse problema: já que a posição incorreta desses dentes impede uma higienização adequada da boca.

 

Tratamentos para a hiperdontia

Existem casos em que apenas uma intervenção cirúrgica pode resolver a questão de muitos dentes a mais na boca, como quando já existem consequências graves para a saúde do paciente – porém, somente um profissional dentista é capaz de diagnosticar e indicar qual procedimento deve ser seguido.

Nas ocorrências mais comuns, a hiperdontia pode ser tratada com o uso de aparelhos ortodônticos para corrigir os dentes tortos e sobrepostos. Atualmente existem vários tipos e modelos de aparelhos: móvel, fixo metálico e os aparelhos invisíveis, conhecidos como alinhadores estéticos.

 

Escolha o melhor para sua saúde bucal

Para tratar a hiperdontia, o melhor é procurar um especialista capaz de identificar o problema em suas fases iniciais. O consultório do Dr. Sérgio Casarim conta com profissionais altamente capacitados para cuidar da sua saúde bucal. Agende já sua consulta!

Tudo sobre clareamento dental

A passagem do tempo ou certos hábitos alimentares podem afetar os dentes, causando o escurecimento do esmalte dentário em um indivíduo. Nesses casos muitos profissionais dentistas recomendam o clareamento dental.

Além disso, muitas pessoas se preocupam com as questões estéticas que envolvem o sorriso – por isso buscam esse tipo de tratamento para corrigir imperfeições e deixar os dentes mais branquinhos e harmônicos.

Mas você sabe como realmente funciona esse tipo de procedimento? Suas contraindicações e vantagens? Descubra tudo sobre o clareamento dental com a ajuda desse texto!

 

Entenda o processo do clareamento dental

O clareamento dental é um procedimento químico, que age na quebra das moléculas encarregadas da coloração dos dentes, processo esse que “reduz” as moléculas dentro da estrutura do dente, permitindo maior incidência e reflexo de luz, o que aparenta dentes mais clarinhos.

Por muito tempo, quando se falava de tratamentos orais, a prioridade dos pacientes era apenas relacionada a questões de saúde. Hoje, a busca por correções estéticas têm aumentado consideravelmente.

Contudo é importante reforçar que mesmo o mais simples dos procedimentos necessita de acompanhamento profissional adequado. O clareamento dental pode ter motivação estética mas sua realização exige técnica exclusiva dos profissionais da Ortodontia.

Antes de qualquer coisa, procure a orientação de um dentista especializado – apenas um profissional da área será capaz de avaliar o estado dos dentes e executar o branqueamento de forma correta, com o melhor uso do produto clareador e em quais níveis aplicar a técnica.

 

Quando é necessário realizar esse procedimento?

O desgaste natural dos dentes acontece com o passar dos anos, já que o esmalte dentário se desgasta, permitindo que o tecido que fica por baixo do dente (a dentina) fique mais visível.

A dentina é a responsável por determinar a coloração dos dentes, e com a maior exposição graças a idade, esse tecido vai ficando muito mais denso – o que provoca o escurecimento dos dentes.

Outros fatores que podem influenciar na necessidade de realizar um clareamento dental são os hábitos alimentares do paciente. Consumir regularmente muito café, refrigerante, açaí ou alimentos e bebidas com altas doses de corantes altera os pigmentos do dente.

O consumo de determinados medicamentos, o uso do tabaco, herança genética ou uma higiene bucal incorreta também são fatores que prejudicam a pigmentação natural dos dentes e podem criar o desejo pelo clareamento dental.

 

Tipos de clareamento dental

Existem duas formas de realizar o clareamento dental, porém ambas têm de ser executadas com o acompanhamento de um profissional dentista, são elas: o clareamento de consultório e o clareamento caseiro. Saiba mais sobre cada procedimento:

 

* Clareamento de consultório

O processo do clareamento de consultório é realizado com peróxido de hidrogênio, podendo ser aplicado com a ativação de luzes ou laser. É feito o isolamento absoluto para proteger as gengivas – já que o produto usado pode irritar a mucosa. Cada sessão de clareamento dura cerca de 1 hora e em alguns casos os resultados do clareamento podem ser vistos com apenas uma sessão.

 

* Clareamento caseiro

Para a realização do clareamento caseiro o dentista produz um molde personalizado a partir da arcada dentária do paciente, viabiliza o gel clareador na quantidade exata para o quadro e acompanha o andamento do processo nas idas do paciente ao consultório. O paciente pode usar a moldeira até mesmo enquanto dorme. O produto utilizado na técnica caseira (peróxido de carbamida) é menos potente que o peróxido de hidrogênio, e por isso os resultados levam cerca de 3 a 4 semanas para aparecer.

 

Contraindicações do clareamento dental

Como qualquer tipo de intervenção, o clareamento dental também dispõe de alguns cuidados, não sendo indicado para todo e qualquer paciente. Por exemplo, pessoas que possuem dentes restaurados, próteses ou implantes, podem não atingir os objetivos do branqueamento – pois o gel não funciona em resinas.

O clareamento também não é indicado para quem tem menos de 18 anos ou para mulheres em fase de gestação. Do mesmo modo que pacientes em tratamento sistêmico e debilitante também não devem realizar esse procedimento.

 

Conquiste o sorriso perfeito

Para alcançar um sorriso branquinho e harmonioso é preciso investir em um tratamento de qualidade com um profissional de confiança. O Dr. Sérgio Casarim possui vasta experiência na Ortodontia e conta com uma estrutura completa em seu consultório para diversos procedimentos.

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