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Estresse causa bruxismo?

Você sabia que é possível desenvolver bruxismo por causa do estresse? Essa doença pode atingir qualquer pessoa e em qualquer idade, atrapalhando funções da mandíbula, dentes e ossos.

A manifestação do bruxismo também pode estar ligada a outros diferentes fatores. Saiba tudo sobre a patologia com a ajuda deste artigo!

 

O que é bruxismo?

Considerado um desalinho funcional, o bruxismo é a ação de ranger ou apertar os dentes, que ocorre mais comumente durante o sono. Essa prática pode desgastar ou até mesmo amolecer os dentes.

Contudo, o paciente pode estar sofrendo condições diferentes. Existem dois tipos de bruxismo:

  • Bruxismo de sono;
  • Bruxismo de vigília.

 

O bruxismo de sono se caracteriza pelo bloqueio completo ou limitado da passagem de ar nas vias aéreas superiores (nariz, parte posterior da orofaringe e parte da garganta), durante a noite de sono.

Já o bruxismo de vigília consiste na pessoa que aperta os dentes com muita força, seja dormindo ou mesmo durante o dia – em situações de estresse, ansiedade, tensão ou concentração.

Somente um profissional dentista é capaz de diagnosticar o bruxismo e qual seu tipo, condição que se não tratada de forma correta pode se tornar um problema ainda mais grave, causando danos na articulação da mandíbula (ATM), levar a distúrbios nos ossos ou nas gengivas.

 

Principal causa: estresse

Apesar de existirem várias outras causas para o bruxismo, como fatores genéticos, apneia do sono ou transtornos físicos de oclusão e fechamento errado da boca – o estresse segue como o principal agente causador da doença.

O estresse diário, o acúmulo dos níveis de ansiedade, o nervosismo e a exaustão mental provocam diversas reações negativas no organismo, influenciando de forma direta a saúde bucal de um indivíduo.

Até mesmo pesquisas científicas já foram realizadas com o objetivo de entender se o estresse da vida diária realmente tem influência nos problemas orais. Em um estudo conduzido na Alemanha, foi identificado um alto índice de bruxismo em pessoas que lidam com o estresse de forma negativa, seja no trabalho ou na vida pessoal.

 

Sintomas do bruxismo

Uma maneira de descobrir se você está sofrendo dessa condição é observar os seguintes sinais:

  • Ranger os dentes;
  • Estalos ou cliques ao movimentar a mandíbula;
  • Contrações nos músculos da mandíbula;
  • Dor de cabeça frequente;
  • Dentes deteriorados;
  • Feridas nas gengivas;
  • Esmalte do dente desgastado;
  • Dor nos músculos do rosto;
  • Inchaço na face;
  • Sensibilidade nos dentes;
  • Insônia.

 

Tratamentos para bruxismo

A maioria das pessoas ignora e não busca por tratamentos adequados ao perceber que está com bruxismo. Essa desordem é um problema oral grave, que causa pressão em todos os músculos da região da cabeça, permitindo danos irreversíveis ao paciente.

Nos quadros em que o bruxismo é causado pelo forte estresse, os tratamentos a serem ministrados pelo dentista também precisam estar em sintonia com métodos de controle e redução do estresse atestados por profissionais da psicologia.

O tratamento odontológico consiste na indicação de placas de silicone ou de acrílico, feitas a partir de moldes da arcada dentária de cada paciente. Feitas para o uso noturno, esse protetor bucal ajuda a reduzir os impactos negativos do costume de ranger os dentes.

 

Cuidados especiais e recomendações

O estilo de vida de uma pessoa pode interferir diretamente em questões de saúde bucal, como é o caso do desenvolvimento do bruxismo associado ao estresse. Veja uma pequena lista de hábitos que podem melhorar sua convivência com a doença ou até mesmo impedir seu aparecimento:

 

O QUE NÃO FAZER:

1- Evite alimentos muito duros, como nozes, castanhas ou balas.

2- Evite o consumo exagerado de substâncias psicoativas, como álcool, tabaco ou cafeína.

3- Evite mascar chicletes.

4- Evite morder objetos como tampas de canetas ou lápis.

5- Evite apertar os dentes enquanto acordado, principalmente quando estiver executando tarefas que exijam muita atenção.

 

O QUE FAZER:

1- Beba muita água para estimular a produção de saliva.

2- Massageie os músculos da face, pescoço e ombros – isso vai aliviar eventuais dores.

3- Pratique atividades físicas – exercícios ajudam no controle e redução da ansiedade e do estresse.

4- Crie o hábito de meditar – isso ajuda no relaxamento dos músculos da face.

5- Use as placas ou protetor bucal indicado pelo seu dentista todas as noites antes de dormir – e se necessário, use também durante o dia.

 

Bônus: Vá ao dentista regularmente!

 

O melhor para cuidar da sua saúde bucal

O bruxismo tem sido um incômodo para você? Sofrer com o ranger dos dentes, dores de cabeça e dores na mandíbula não é nada agradável. E o bruxismo ainda pode trazer complicações graves para sua saúde caso não seja devidamente tratado.

Procure um especialista qualificado para te ajudar! No consultório do Dr. Sérgio Casarim você encontra profissionais capacitados em identificar e tratar os quadros de bruxismo. Agenda já sua consulta!

O que fazer antes de iniciar um tratamento ortodôntico?

Iniciar um tratamento ortodôntico envolve diversas transformações na rotina de um indivíduo. E muitas delas precisam ocorrer ANTES que o tratamento em questão comece de fato.

Sejam doenças que necessitam de tratamento antes da colocação do aparelho ortodôntico, ou apenas hábitos diferentes que devem ser adotados pelo paciente com antecedência.

Confira neste artigo todas as medidas necessárias para o sucesso de um tratamento ortodôntico!

 

O que fazer: Primeiros passos

Tem se tornado cada vez maior a procura por tratamentos ortodônticos para corrigir falhas, dentes tortos e apinhados. Independente da razão pelo qual um paciente procura por esse procedimento, todo cuidado é pouco para a realização de um tratamento correto.

Mesmo sendo decisão do paciente, o uso do aparelho ortodôntico precisa ocorrer após recomendação de um especialista, no caso, um ortodontista. Mas antes de sair do consultório com um novo sorriso que vai exigir vários cuidados especiais, existem uma série de etapas a serem verificadas primeiro! Confira:

 

1- Realizar a documentação ortodôntica

Por mais que esse termo pareça muito estranho, se trata de algo bem simples: uma bateria de exames para analisar toda a saúde bucal do paciente. A primeira etapa indicada pelo profissional dentista é a realização de radiografias, moldes e diversos procedimentos para a documentação completa da boca do paciente.

Somente com esses exames em mãos o dentista será capaz de obter um diagnóstico preciso sobre o caso – e qual o melhor caminho deve ser seguido para o tratamento ortodôntico.

 

2- Problemas bucais que precisam ser resolvidos

Com a realização desses exames podem surgir problemas inesperados – como doenças nos dentes, nas gengivas ou nos ossos. Um paciente que espera colocar o aparelho ortodôntico não pode estar sofrendo com cáries, tártaro ou doenças periodontais!

O tratamento ortodôntico só pode ser realizado em uma boca saudável, ou seja, dentes, gengivas e ossos não podem estar inflamados ou com qualquer tipo de infecção, já que esse tipo de contexto só irá prejudicar todo o processo de tratamento.

É impossível tratar a parte clínica e a ortodôntica ao mesmo tempo de forma eficiente, se houver insistência os problemas podem se acumular e os sintomas se intensificarem.

Antes de iniciar o tratamento ortodôntico é preciso se submeter a uma avaliação completa da parte clínica, garantindo assim que sua boca esteja saudável para a implementação do aparelho ortodôntico.

 

3- Saiba mais sobre os tipos de aparelho existentes

Graças à tecnologia que tem cada vez mais evoluído dentro da Ortodontia, existem no mercado diversos modelos de aparelhos ortodônticos com aspectos únicos. Pode-se encontrar até mais de uma opção para a correção de um determinado tipo de problema.

Converse com o seu dentista sobre os modelos existentes e quais são os mais indicados para o seu quadro. Somente um profissional capacitado está apto para oferecer todas as informações sobre cada modelo de aparelho e os resultados que cada um é capaz de proporcionar.

 

4- Organize sua nova rotina

Em se tratando de cuidados que antecedem a colocação de um aparelho ortodôntico, é preciso se planejar com calma e organização. Seu novo esquema de alimentação e os hábitos de higiene que serão necessários precisam entrar na sua rotina o quanto antes!

Sobre os alimentos, o ideal é investir em uma dieta mais saudável e nutritiva, fugindo dos açúcares, como balas, refrigerantes e outras porcarias. Alimentos muito duros também não são recomendados para certos de tipos de aparelhos – fique atento!

Agora mais do que nunca sua rotina de cuidados com a higiene precisam estar 100% em dia. Além das escovas normais, fio dental e enxaguante bucal, prepare-se para o uso da escova ortodôntica. Lembrando que o passo a passo da sua nova rotina de higienização será recomendado pelo seu dentista, de acordo com seu tipo de aparelho e tratamento.

 

Bônus: Tire uma foto dos seus dentes!

Pode parecer uma besteira, mas essa dica vai fazer toda a diferença ao final do seu tratamento ortodôntico. Antes de colocar o aparelho, dê o seu melhor sorriso cheio e registre o momento em uma fotografia.

Após o fim do tratamento ortodôntico, faça outra foto na mesma posição e compare os sorrisos! Com isso você será capaz de reconhecer as mudanças e confirmar se os resultados foram alcançados.

 

Invista no seu sorriso hoje mesmo

Você pode conquistar o sorriso perfeito! Dentes tortos, desalinhados e apinhados são problemas bucais sérios. Com a ajuda do Dr. Sérgio Casarim você vai realizar o melhor tratamento ortodôntico para o seu caso. Ele possui vasta experiência em diversos campos da Ortodontia e oferece atendimento especializado.

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Placa bacteriana x Tártaro

Confundir a placa bacteriana e o tártaro ainda é muito comum entre as pessoas, já que esses dois problemas são alguns dos mais comuns em se tratando de saúde bucal. Um dos motivos para tanta confusão pode ser por conta da causa dos distúrbios serem a mesma: a falta de higienização da boca.

Mas afinal, quais são as diferenças entre Placa bacteriana e Tártaro? Continue a leitura desse artigo e saiba tudo sobre como esses problemas surgem e como eles podem ser evitados.

 

O que é a Placa Bacteriana?

A placa bacteriana é uma camada incolor formada pelas bactérias presentes nos dentes, localizadas principalmente por toda a extensão da linha da gengiva. A formação dessa placa começa logo após que a pessoa ingere alimentos, já que as bactérias existentes na boca se aproveitam dos restos de alimentos para se fortalecer.

Possuir placa bacteriana é algo muito comum, sua presença na boca é considerado normal. Sua remoção natural ocorre por meio da escovação e do processo de limpeza bucal completo. Entretanto, complicações podem surgir quando essa placa não é removida.

 

Consequências da Placa Bacteriana

Como a placa começa a se formar logo após o processo de higienização, ela irá evoluir até o momento da próxima higienização. Se o paciente deixar passar muito tempo desde a última limpeza da boca, mais bactérias ruins vão se acumular e se multiplicar.

Se não for retirada, a placa bacteriana pode abrir caminho para o surgimento de cáries, inflamações ou em último caso, até mesmo pode permitir danos nos tecidos que amparam os dentes.

Outro prejuízo que a permanência da placa pode trazer é a deterioração dos dentes. Pois essas placas possuem ácidos, que se não removidos podem começar a afetar a superfície dos dentes – processo este que ao se reproduzir de forma contínua, desgasta o esmalte do dente.

A placa bacteriana também influencia no surgimento de doenças nas gengivas, como a gengivite ou a periodontite.

Por fim, não remover a placa no início de sua formação permite um acúmulo maior de bactérias, o que irá deixar a camada de placa bacteriana mais espessa, dura. Com o passar do tempo, essa placa endurecida forma o que então chamamos de Tártaro.

 

O que é o Tártaro?

Como vimos, o Tártaro é um problema que surge em consequência da placa bacteriana não resolvida. Também chamado de cálculo dental, o tártaro é uma crosta dura que pode levar à manchas e até descolorir os dentes.

O tártaro se forma quando a placa bacteriana acumulada se mistura aos minerais encontrados na saliva – processo conhecido como mineralização.

 

Consequências do Tártaro

O tártaro ocupa ainda mais espaço na boca, permitindo uma maior proliferação de bactérias, favorecendo o desenvolvimento de cáries, periodontite, gengivite e outros problemas bucais mais graves.

Além da saúde, o tártaro também afeta o paciente em matéria de estética, já que por ter uma consistência porosa ele é mais propício a manchas – deixando os dentes com aparência e coloração grosseira.

 

Remoção do Tártaro

Ao contrário da placa bacteriana que pode ser removida simplesmente com a rotina de higienização correta, a única forma de retirar o tártaro dos dentes é com a ajuda de um profissional dentista.

Quando ocorre o processo de calcificação, apenas uma limpeza feita no consultório pode resolver o problema: se trata de uma raspagem, que é realizada até nos locais de difícil alcance, como abaixo da gengiva (área comum de aparecimento do tártaro).

 

Como se prevenir da Placa bacteriana e do Tártaro?

Grande parte dos problemas de saúde bucal têm alguma relação, direta ou indiretamente, com a placa bacteriana. Consequentemente, quanto mais placa, mais chances de problemas. O ideal é trabalhar para evitar seu acúmulo.

O que muita gente ainda não sabe é que a placa bacteriana (e o tártaro) podem surgir em quaisquer superfícies presentes na boca, sejam eles aparelhos ortodônticos ou implantes.

Mesmo com todas essas dificuldades, se prevenir da Placa bacteriana e do Tártaro é muito fácil: realize a higienização dos seus dentes! Com isso você vai viver longe de complicações.

Confira algumas dicas simples para a prevenção da placa e do tártaro:

 

*Escove os dentes após todas as refeições, ou ao menos três vezes ao dia, escovando com cuidado e atenção.

*Não se esqueça do uso do fio dental todos os dias! Com ele você pode remover todos os restos de alimentos, até mesmo dos lugares mais difíceis.

*Vá ao dentista com regularidade: somente ele será capaz de realizar uma boa limpeza, removendo totalmente qualquer vestígio de placa e de bactérias em formação.

 

Mantenha seus dentes bonitos e saudáveis

Evite o desenvolvimento de problemas bucais graves – a prevenção da placa bacteriana e do tártaro também dependem de uma rotina de visitas ao dentista. O consultório do Dr. Sérgio Casarim conta com profissionais altamente capacitados para cuidar da sua saúde bucal. Agende já sua consulta!

O que é a retração gengival?

Você alguma vez já percebeu um determinado dente maior que o normal? Pode ser um caso de retração gengival! Essa condição é cada vez mais comum entre as pessoas, inclusive, considera-se que 50% da população, entre os 18 e 65 anos, tem ao menos um dente nessa situação.

Esse quadro pode surgir de forma discreta, se tornando mais grave com tempo e com a falta dos devidos cuidados. Continue a leitura desse artigo e saiba tudo sobre a retração gengival!

 

Entenda o que é retração gengival

A retração gengival ocorre quando o tecido da gengiva diminui em relação ao dente, resultando em uma redução na cobertura do dente – o que o deixa mais exposto, e consequentemente expõe parte da raiz dentária.

Mesmo mantendo uma rotina correta e saudável de higiene bucal, ainda é possível sofrer com esse problema. A retração também pode acometer um único dente ou muitos ao mesmo tempo.

Existem 2 tipos de gengiva:

  • A gengiva inserida: é mais espessa, possui um tecido rosado e adere com firmeza no tecido ósseo, “abraçando” o dente;
  • E a gengiva não inserida: conhecida também como mucosa, que possui o tecido mais fino e macio, sendo a responsável por formar a região interna das bochechas.

A retração gengival acontece quando as extremidades do tecido gengival se distanciam da coroa do dente, permitindo o aparecimento de inúmeros problemas na boca.

 

Causas e consequências da retração gengival

As razões para que um quadro de retração das gengivas aconteça podem variar. Entre os mais comuns estão:

 

*O uso impróprio das escovas de dente, bem como o processo da escovação efetuado de maneira errada; escovas muito duras não são recomendadas, e nem utilizar de força exagerada para escovar os dentes.

 

*O posicionamento incorreto de um dente; o desalinhamento de dentes, apinhamento e outras questões dessa natureza podem influenciar na retração gengival;

 

*A genética, já que os traços genéticos herdados dos pais podem influenciar no formato e nas características de um indivíduo, resultando em uma maior possibilidade da condição surgir se na família já existir casos de retração.

 

*Bruxismo; o hábito de ranger os dentes também influencia no surgimento da retração gengival.

 

*Traumas; feridas ou lesões infligidas no tecido da gengiva são capazes de incentivar o processo de recuo da gengiva que cobre um ou mais dentes.

 

Algumas outras situações também podem causar o problema, como o uso inadequado de aparelhos ortodônticos e próteses não adaptadas – que podem colaborar ou complicar o processo de retração.

Pacientes que já sofrem com doenças como a gengivite ou periodontite, precisam se manter atentos: somente o tratamento correto pode impedir que o seu quadro se agrave ainda mais o aparecimento da retração gengival.

Uma das consequências mais comuns da gengiva retraída se trata dos prejuízos no momento da alimentação. Justamente porque a raiz do dente exposta, graças a retração, leva a um quadro de sensibilidade, especialmente com as comidas frias, o que também pode aumentar o risco de cáries, erosões e abrir portas para problemas bucais ainda mais graves.

 

Sintomas da retração gengival

O sintoma mais aparente e fácil de identificar se concentra no encolhimento do tecido da gengiva e na sensação aparente de dente mais alongado, mais exposto. A base dos dentes afetados também pode se tornar mais amarelada.

Outros indícios de que a retração gengival está acontecendo são episódios de sangramento nas gengivas, principalmente após as escovações e do uso do fio dental, vermelhidão, dor nos dentes e nas gengivas.

A ocorrência do mau hálito também pode ser um sinal de retração, além do aumento na sensibilidade dentária, como vimos acima, e em casos mais graves, até mesmo a perda dos dentes.

 

Tratamentos

Existem variados padrões de retração gengival, ela pode variar em profundidade e posicionamento na boca. Esses fatores é que vão ajudar em um diagnóstico preciso e na forma de tratamento a ser aplicada.

Em caso de retração leve, descoberta pelo dentista precocemente, a boa notícia é que apenas a adoção de novos hábitos de higiene e uma placa de mordida podem solucionar o problema.

Já em casos mais complexos podem ser necessárias técnicas de limpeza mais profundas, como a raspagem ou polimento radicular, ou em última instância, ser preciso realizar um procedimento cirúrgico. Mas tudo vai depender da gravidade da condição em cada paciente.

 

Saúde bucal em dia

A retração gengival pode ser controlada – mas o ideal é que ela seja tratada logo no surgimento dos primeiros sintomas. Cuidar da saúde bucal é essencial para se ter um sorriso bonito e saudável

Procure atendimento de qualidade, realizando consultas de rotina com um profissional capacitado e experiente. No consultório do Dr. Sérgio Casarim você encontra soluções ideais para cada tipo de problema da Ortodontia.

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A importância do tratamento ortodôntico na infância

A medida que as crianças crescem, muitos pais são capazes de perceber quando os dentes do filho estão nascendo de forma desalinhada. Entretanto isso não significa que essa mãe ou pai vai levar a criança rapidamente ao dentista: eles podem deixar o problema para depois.

Quais serão os resultados de um dente torto não tratado durante a infância? Qual é a melhor época para tratar essa questão? Neste artigo iremos explicar a importância dos tratamentos ortodônticos na infância e como é possível se prevenir de outros problemas antes de chegar na idade adulta.

 

A Ortodontia na infância

Em se tratando de saúde bucal não existe melhor fase da vida para tratamentos do que a infância. No decorrer da dentição primária já é época em que os pais precisam estimular os hábitos de limpeza bucal correta nas crianças, para que os dentes cresçam saudáveis e fortes.

Durante a infância é o momento em que ocorre a maior quantidade de alterações na arcada dentária. Os dentes podem nascer em diversos lados e posições, se posicionando em regiões incorretas.

Para prevenir sérios problemas no futuro, é preciso um acompanhamento com um dentista, para que ele observe o que é normal na arcada dentária da criança, e o que vai desenvolver complicações na fase adulta.

 

As vantagens do tratamento ortodôntico na infância

Conhecido como Ortodontia Interceptiva, os tratamentos com o uso de aparelho ortodôntico nas crianças já podem ser iniciados a partir dos 6 anos de idade. Já que nesta fase os ossos estão se desenvolvendo, os dentes ainda estão nascendo e a mandíbula também está em formação, alguns quadros como desalinhamento e o apinhamento dental, são muito mais fáceis de resolver.

Os aparelhos ortodônticos para crianças evoluíram muito ao longo dos anos, melhorando a tecnologia a favor do conforto para os pequenos. Os procedimentos da ortodontia precoce atuam de forma que as intervenções tiram vantagem do fato que a criança ainda está em crescimento, tratando do problema ainda em suas fases iniciais.

Já que os arcos dentais e mandíbula são mais facilmente posicionados para o local correto durante a infância, dificilmente serão necessárias maiores intervenções na vida adulta.

 

Aparelhos ortodônticos em crianças

Os problemas mais comuns a serem corrigidos durante a infância com o uso do aparelho ortodôntico, são:

 

  • Corrigir ossos da face;
  • Melhorar a mordida cruzada;
  • Garantir espaço ideal para o nascimento dos dentes permanentes;
  • Corrigir postura da língua.

 

Quando iniciado na infância e realizado de forma correta, o tratamento ortodôntico desempenha um papel fundamental na saúde bucal do indivíduo, levando a uma correção dos dentes descomplicada e sem exigir de procedimentos complexos na fase adulta.

 

Como manter um bom tratamento ortodôntico na infância

Sabemos que muitas das vezes as crianças não têm a disciplina necessária para controlar o uso do aparelho ortodôntico. Por isso a participação dos pais é tão importante nessa etapa – tanto a atenção junto ao dentista, quanto nos cuidados a serem tomados em casa.

O ideal é supervisionar as rotinas de higiene bucal, orientar e garantir que a criança siga as recomendações dadas pelo profissional dentista. Converse com seu filho e explique que se ele não cumprir as orientações, como a escovação completa, uso do fio dental e enxaguante bucal após todas as refeições, o tempo de tratamento será comprometido.

Quaisquer tipos de práticas incorretas como os hábitos diários ou na forma de preservar o aparelho (independente de qual modelo for), podem atrasar ou dificultar os inúmeros resultados positivos de um tratamento ortodôntico.

Lembre-se também da importância em levar a criança regularmente ao consultório do dentista – um bom tratamento necessita de exames gerais e limpeza dos dentes, no mínimo, de 6 em 6 meses. Somente um profissional da área pode garantir que os dentes da criança estão saudáveis e que o aparelho ortodôntico está cumprindo a sua função de forma adequada.

 

O tratamento ideal para a infância

Com a saúde das crianças não se brinca! É preciso ter atenção e cuidar para que a prevenção de problemas mais graves esteja em dia. Leve seu filho a consultas periódicas ao consultório do dentista para identificar oclusões e desalinhamentos de forma precoce.

Na hora de marcar uma consulta, escolha um profissional qualificado e experiente para cuidar do sorriso dos seus filhos desde a infância. Especialista em Ortodontia, o Dr. Sérgio Casarim realiza tratamentos com diversas técnicas. Agende já uma consulta!

Você sabe o que é a sialorréia?

A produção de saliva tem uma função muito importante para a saúde da nossa boca. Se produzida na quantidade certa, elas ajudam até na limpeza dos dentes e no combate à cárie. Porém, ao estar desregulada, a produção de saliva em excesso pode ser um sinal de problemas bucais.

Neste artigo você vai saber mais sobre a quantidade certa de saliva que precisamos ter e a situação oposta, que gera um quadro de sialorréia. Continue a leitura!

 

A sialorréia

Nome científico para a salivação em excesso, a sialorréia se define pela produção exagerada da saliva, que geralmente acontece apenas temporariamente. Habitualmente, as glândulas salivares geram cerca de 1 a 2 litros de saliva por dia, em uma pessoa adulta e saudável.

No caso dos bebês, é normal que eles fiquem “babando” com mais frequência, até os 4 ou 5 anos, porque ainda não ocorreu o desenvolvimento completo dos músculos da face. Entretanto, na fase da adolescência ou nos adultos, é mais fácil ficar atento aos sinais de quando um problema de excesso de salivação ocorre.

 

Quais são as causas desse problema?

A sialorréia pode ter diversas origens, como inflamações na boca ou garganta, hipertensão, problemas digestivos ou até mesmo neurológicos. Aftas, aparelhos ortodônticos mal colocados ou próteses novas também podem interferir na produção de saliva. Pessoas que sofrem com tabagismo, forte estresse ou problemas como estomatite e refluxo, também estão em risco de desenvolver a sialorréia.

 

Entendendo a importância da saliva

A produção desregulada da saliva pode prejudicar o indivíduo em duas situações, tanto no excesso quanto na falta dela. Como já vimos, crianças até os cinco anos produzem uma maior quantidade desse líquido, o que é considerado normal. E durante a fase da terceira idade é mais frequente que a falta de saliva ocorra, devido a certos medicamentos ministrados para os idosos.

Ambas condições, se não tratadas, afetam a saúde bucal e podem gerar complicações graves para outras regiões do corpo humano. A escassez de saliva – a xerostomia -, pode envolver aspectos como a deficiência na ingestão de líquidos ou doenças como o diabetes. Já a sialorréia, que é o excesso desse fluido, sugere que existem problemas com a deglutição, ou a privação de controle nos músculos do rosto, garganta, boca e língua.

 

Como tratar a sialorréia?

Identificar e iniciar o tratamento para a sialorréia é bem simples. O excesso de saliva gera uma maior sensação de engasgo, uma “sufocação” com esse fluido em exagero. Alguns sintomas do problema também envolvem a aparição de feridas nos lábios, queixo ou pescoço, quadro bem semelhante aos de uma dermatite.

Já o tratamento para a sialorréia vai depender exclusivamente da condição de cada paciente e da gravidade da situação. Ela pode ser curada ou até mesmo evitada. Existem os casos mais comuns, que podem ser uma condição passageira, ou então quadros simples de se resolver. No entanto, os casos mais graves necessitam de um acompanhamento especializado, onde o tratamento pode ser feito com medicamentos prescritos ou até mesmo procedimentos cirúrgicos.

Nas situações em que o paciente sofre com uma sialorréia incessante existem outras opções de abordagem, como as que envolvem o uso da toxina botulínica, remédios homeopáticos, ou o uso de adesivo transdérmico, entre outras técnicas.

 

Se você sofre com a sialorréia, alguns pequenos hábitos podem ser implementados na sua rotina para melhorar o problema:

  • Lembre-se de manter a boca sempre fechada e o queixo para cima;
  • Diminua o consumo de alimentos com açúcar, pois eles aumentam ainda mais a produção de saliva na boca.

 

 

O melhor tratamento é a prevenção

Se você perceber qualquer alteração na produção de saliva da sua boca não adie a visita ao consultório de um profissional! Somente um dentista será capaz de diagnosticar a sialorréia, analisar o grau em que está o problema, e identificar quais são os tratamentos necessários para o seu caso específico.

Evite complicações: para manter uma boa saúde bucal é preciso manter um calendário de consultas regulares ao dentista para que você possa se prevenir corretamente.

 

Comece hoje mesmo seu tratamento!

A saúde bucal precisa ser levada a sério, a saliva é uma peça fundamental para que seus dentes fiquem saudáveis e bonitos.

A clínica Dr. Sérgio Casarim oferece o melhor atendimento e tratamentos altamente modernos para cuidar da sua sialorréia. Atendemos crianças, adolescentes e adultos, indicando o melhor método para cada paciente. Agende uma consulta e conheça nossa estrutura!